domingo, 18 de janeiro de 2009

http://www.youtube.com/watch?v=S1LtIULGGDM&feature=related

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Yin (o princípio passivo, feminino, noturno, escuro, frio)



Os lugares onde vou
as liçoes que eu mereço
Minha vida está seguindo por lugares
que eu desconheço.

Antes era tudo tão simples
O vento e a falta de preocupação.
Hoje eu complico tudo
A brisa do vento se transformou em um furacão.

Eu só queria entender o que eu tenho que fazer.
Ter um livro com algumas respostas e ler.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Fim.


Eu tive que ouvir o vento dizer...
coisas que eu já estou cansada de saber.

Que eu preciso parar de pensar
sobre os riscos que irei sofrer enquanto aqui eu caminhar.
É tanta frieza que não consigo mais suportar,
tanta!, tanta!, que eu nunca mais consegui chorar.

Se isso serviu de algo para mim eu não sei
se fiquei forte ou evolui com esse sentimento
talvez um dia saberei.

Só sei que eu errei.
Errei nas palavras, nos momentos, errei com cada
amigo, errei por fora
errei por dentro.
Mas não quero mais ouvir meu lamento.


Mas aprendi, que temos que vencer nosso orgulho.
observar a chuva e realmente ouvir seu barulho.
Ah não me envolver com problemas,
ainda mais aqueles¹ que causam tantos poemas...

Pra fechar esse poema, Peço que tudo siga no seu ritmo natural
aquele que está desenhado no plano astral.
que eu não interfira no meu caminho, que os livros certos
caiam em minhas mãos, Adeus 2008...Adeus solidão.

Ouvindo Pearl Jam - Black
(no fim eu continuo ouvindo as mesmas músicas que alguns anos atrás.)

Adriana Calcanhotto - Inverno


          De lá pra cá não sei          
Caminho ao longo do canal
Faço longas cartas pra ninguém
E o inverno no Leblon é quase glacial

Há algo que jamais se esclareceu
Onde foi exatamente que larguei
Naquele dia mesmo
O leão que sempre cavalguei

Lá mesmo esqueci que o destino
Sempre me quis só
no deserto sem saudade, sem remorso
Sem amarras, barco embriagado ao mar






quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Oskar Schindler


Seja apenas você
não seja o melhor mocinho
muito menos o mais temido vilão
Saiba equilibrar o ódio e a bondade
que existe no seu coração.

Talvez eu seja uma pessoa errada
talvez eu veja tudo o que ocorre no mundo
e fique aqui parada.

Talvez não seja eu que irei fazer a diferença
mas pra mim saber de tudo isso, é o meu castigo,
é a minha sentença.

Jogo isso na minha cara todos os dias
faço questão de jogar
eu quero um tapa na cara,
daqueles que servem pra te acordar.

Quero meu presente no nascimento de Jesus
quero um fardo, que transforme a minha vida
na mais clara luz.
Algo que me faça entender, que mostre o
melhor caminho para ajudar e aprender

sábado, 6 de dezembro de 2008

Minha constelação


Eu sempre sonhei em ser médica, sempre mesmo, eu lembro uma vez quando eu era pequena que eu falei para o meu pai disso, ai no outro dia ele já comprou um livro, com imagens de bebês dentro da barriga da mãe, tinha foto de algumas doenças como o cancêr também; acho que eu tinha uns 6 ou 7 anos por ai...
A minha relação com os hospitais vem desde criança, a primeira vez foi quando eu desloquei o ombro, eu tinha uns 4 anos por ai, depois trinquei o cotovelo e destronquei o pulso com 7 anos, mais tarde destronquei o dedo mindinho da mão esquerda com uns 10 anos, e depois luxei o dedo do pé com 11 anos...Tirando a Asma que me acompanhou por todos esses anos suahsaushu; mas nunca isso tudo fez tanto sentido pra mim, nunca reclamei por ter isso ou aquilo, pra mim sempre foi uma coisa que tinha que aconteçer.Fora um tazo de enfermeira* que eu tenho desde uns 6 anos.
Talvez eu seja a pessoa mais boba achando que tudo isso faz sentido, talvez o meu jeito de achar que tudo está ligado me deixou um pouco maluca...
Mas a questão é que tudo o que eu queria na minha epóca de criança,quero hoje mais amadureçida e saindo da adolescência.
Também lembro que quando eu era pequena tinha a sala de leitura na escola, e eu sempre gostava de ler poemas,nunca decorei nome de autor, mas sempre gostei, também gostava de ler histórias sobre a grécia, o egito e os deuses; eu falava que um dia seria escritora, e aqui estou...Não que eu seja uma escritora profissional, ou uma poeta, longe de mir ser reconheçida como uma, mas eu olho pra mim hoje e vejo que estou caminhado para ser tudo o que eu sempre quis.
Quando se é criança você vê o mundo de uma forma tão simples, tão clara, mas quando você vai crescendo, você vai complicando tudo, botando barreiras...Mas graças a Deus eis-me aqui novamente, escrevendo como desde sempre, quero ser enfermeira, e depois pediatra, mas um passo de cada vez.

Tenho que agradeçer a paloma e o octávio, que cairam em cima de mim, e fizeram eu destroncar meu ombro, ao octávio por ter brincado comigo e feito eu trincar o cotovelo e destroncar o pulso, e a mim mesma por ter feito as outras fraturas dhasihdiuhdsiauhdiuahd.

Mudança.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Um pouco sobre Aleijadinho



Bom vamos lá, se é para ficar sozinha...vamos tirar proveito disso.Ultimamente eu estou assistindo muitas biografias sobre grandes pessoas, e estou aprendendo muito com cada uma delas.Hoje eu assisti a biografia de aleijadinho, é um filme produzido aqui mesmo no Brasil.
Vou tentar resumir o que eu vi...
Aleijadinho se chamava Antônio Franscisco Lisboa, era filho de um escultor português chamado Manoel Franscisco Lisboa com a escrava Isabel, seu pai ao contrário de muitos portugueses que mantinham relações sexuais com escravas, assumiu Antonio, e se casou com Isabel.
Antônio entrou para a escola de arte, fez sua primeira obra prima aos 19 anos; seguindo então a profissão e o talendo do pai, sua principal influência foi Xavier de Brito um escultor português.Conheçeu Helena, uma escrava amiga de sua mãe, se apaixonou por ela e se casou.
Ele sempre foi contra a humilhação e a violência sofrida pelos escravos, porém ao mesmo tempo que o sangue africano corria por suas veias, não iria contra os principios portugueses de seu pai.
Mais tarde, foi designado a esculpir obras para a capela de São Franscisco de Assis; Nessa epóca uma doença surgiu, tal doença que degenerava seu corpo lentamente, essa doença pelo que eu pesquisei, deve ter atingido seu corpo por volta de seus 40 e poucos anos; essa doença além de deformar parte de seu rosto, fez com que Helena o traísse, e acaba-se fugindo com seu amante.
Mas nem a doença, nem o pouco caso de Helena, fizeram aleijadinho parar, nada disso influênciou de forma negativa a sua obra.Ele terminou a capela de São Franscisco e continuou seus trabalhos.
Com o avanço da doença, Antonio, o aleijadinho passa 2 anos sobre uma cama, e aos 70 anos uma parte de seu corpo físico se vai, digo uma parte, pois a capela de São Franscisco ainda está de pé, com seus trabalhos, com sua dedicação e seu esforço além do Físico.

O que eu aprendi sobre tudo isso, que nada do que aconteçe de negativo comigo, deve influenciar na minha inspiração, ultimamente tudo que me atingia, era motivo pra parar de escrever, parar de fazer minhas poesias, e hoje eu aprendi que não é bem assim.

Relativo