quinta-feira, 30 de julho de 2009

Fênix


Já não entendo
Arranca isso de mim
pois faz tempo que eu não penso em nada assim.

"Mas não quero sentir o peso De tudo isso em nossos ombros"
pois eu sei que o que eu sinto é leve.

Eu cancelo os planos
eu acordo cedo
eu troco os dias
e de todas as músicas ouvidas
eu misturo as melodias.

Sempre fui dona de mim
dos meus passos, do meu espiríto
das minhas palavras.
hoje todas essas viraram escravas.


ao som de Jorge versilo - Fênix

terça-feira, 21 de julho de 2009

A espera.


Me deixa falar
"De onde vem a calma"
que eu digo que vem do amor
de um toca fita da alma.

Claro que vale um verso meu
Se eu fosse poeta faria um livro
inteiro pra chamar de seu.

O vão se abre sobre a sua e a minha mão
E o "melhor lugar" acaba sendo
O vasto caminho da nossa imaginação.

Como se não bastasse a minha espera
durante os anos, e todas as mudanças de planos.
Ter que esperar...
Esperar 24 horas e uma semana passar.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Para um sorriso de flor


É bom sentir vontade
ver a imensidão de uma palavra
que todos pensam ser o contrário de liberdade.

E é assim que começa...
a vida me leva para contracenar
em uma nova peça.

Aquela carta e sua profecia...
Vem fazendo um sentido
que eu até então desconhecia.

Derrame o sorriso sobre mim
eu sei que muitos filmes começam
pelo fim.

Mas hoje eu só quero sentir.

sábado, 27 de junho de 2009

Feito de azul.


É dificil descrever algo que não se entende.
eu tenho um desejo, um plano, ao qual a minha alma
se rende.

Por mais que eu queira...
Sinto que o meu destino é mais
Já cansei de falar que meu pensamento
se encontra na beira de um cais.

E "todo amor que houver nessa vida"
ainda não é o bastante para mim
pois existe algo no passado que ainda não declarou seu fim.

Me diga adeus agora, seja você quem for
me larga, me deixa.

Mas eu só peço uma coisa
Leve todas as suas músicas.
Todas que me fazem lembrar algo que eu não sei
Pois se você não levar; eu levarei.

domingo, 24 de maio de 2009

24 de maio de 2009

Ta virando obsessão

Essa procura, essa sede
essa vontade de prazer.
Esse abre e fecha a porta
procurando o que fazer.

Os sentidos aguçados
o toque, a perna, o arrepio
a respiração.
A vontade de derreter.
sair da cadeira e voltar para o chão.

É tão forte que eu poderia sair de mim
" Você quer me biografar, mas não quer saber do fim"

quinta-feira, 21 de maio de 2009

O destino sempre me quis só.


"Faço longas cartas pra ninguém
E o inverno no Leblon é quase glacial

Há algo que jamais se esclareceu
Onde foi exatamente que larguei
Naquele dia mesmo
O leão que sempre cavalguei

Lá mesmo esqueci que o destino
Sempre me quis só
no deserto sem saudade, sem remorso só
Sem amarras, barco embriagado ao mar"

Adriana Calcanhotto - Inverno

Relativo